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Guimarães Marçal, Bruno; Amante, Maria João; Neto, Lígia; Pinto, Célia (2015)
Publisher: Actas do Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas
Journal: Actas do Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas
Languages: Portuguese
Types: Conference object
Subjects: Conteúdos inclusivos; Necessidades Educativas Especiais (NEE); Bibliotecas universitárias; Acesso à informação, Conteúdos inclusivos, Bibliotecas universitárias, Acesso à informação, Necessidades Educativas Especiais (NEE)
As bibliotecas universitárias assumem um papel privilegiado na mediação da relação entre os utilizadores e o conhecimento científico. Verificamos igualmente que os recursos de informação estão cada vez mais alicerçados em plataformas e documentos digitais abrindo-se uma janela de oportunidade para uma verdadeira democratização no acesso à informação corroborada pela disponibilização massiva de equipamentos cuja tecnologia promove uma revolução na forma como interagimos com a informação nomeadamente por parte de pessoas portadoras de deficiência. Mas podemos assumir que pelo simples facto de que um artigo científico estar disponível através de uma qualquer plataforma na Internet o acesso à informação está garantido para todos? Seguramente que não. Este novo paradigma da partilha de informação tem obrigatoriamente de ser acompanhado por um conjunto de regras e boas práticas que assegure elevados níveis de acessibilidade, não só dos documentos em si, mas também das páginas nas quais são disponibilizados. Seria igualmente um erro imaginar que as orientações definidas internacionalmente para a produção de conteúdos inclusivos se destinam única e exclusivamente a garantir o acesso por parte de pessoas portadoras de deficiência, tais como as pessoas cegas, com baixa visão ou mesmo com limitações motoras. Um documento bem produzido constitui uma mais-valia para todos sem exceção. A experiência de usabilidade de um documento que cumpra os critérios de acessibilidade é extremamente gratificante e o acesso ao conhecimento por ele disponibilizado muito facilitado. Da mesma forma, uma página de Internet pensada tomando em consideração as reais necessidades dos utilizadores, aliando a preocupação estética com a navegabilidade e acessibilidade, minimiza os contextos onde uma parte substancial dos utilizadores fica privada do acesso à informação. O poster que nos propomos apresentar tem como principal objetivo identificar um conjunto de boas práticas para a produção de conteúdos inclusivos, fundamentalmente quando fazemos uso de ferramentas como o Microsoft Word, o Powerpoint, a produção de PDF`s ou mesmo a partilha destes documentos em plataformas disponibilizadas na Internet. Especificamente, para cada uma das ferramentas anteriormente referidas, procuraremos chamar à atenção para detalhes como o tipo de letra, o seu tamanho, cor, contraste ou alinhamento. De igual modo referiremos os cuidados a ter com elementos gráficos como imagens ou mesmo tabelas com grande volume de informação mas cuja leitura pode ser difícil por parte de alguns utilizadores. Estas e outras regras de acessibilidade podem ser validadas através de uma ferramenta disponibilizada pela Microsoft na maioria das aplicações do pacote Microsoft Office e que pode constituir um precioso aliado para qualquer utilizador que pretenda dotar os seus documentos de um elevado nível de acessibilidade. Faremos ainda referência ao trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela Biblioteca do ISCTE-IUL na sensibilização de toda a comunidade académica para as questões da igualdade de oportunidade e no que diz respeito ao apoio aos estudantes com Necessidades Educativas Especiais, nomeadamente através da aquisição de equipamentos, disponibilização de serviços, realização de eventos e inclusão de iniciativas no seu plano de formação que visam conferir mais competências ao nível da produção de conteúdos inclusivos abertas a todos aqueles que manifestem preocupações sobre esta matéria.
  • No references.
  • No related research data.
  • No similar publications.

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