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    • Bonnes, M., & Secchiaroli, G. (1995). Environmental Psychology: A Psycho-Social Introduction. London: Sage.
    • Bowler, P. J. (1992). The Fontana History of the Environmental Sciences. London: Fontana Press.
    • Canter, D. (2006). Environics in the wild. Bulletin of People-Environmental Studies, 30, 5-10.
    • Canter, D., Jesuíno, J. C., Soczka, L., & Stephenson, G. (Eds.) (1988). Environmental Social Psychology. London: Kluwer Academic Press.
    • Castro, P. (2000). Natureza, ciência e retórica na construção social da ideia de ambiente: Representações sociais e discursos. Tese de doutoramento não publicada, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, Lisboa.
    • Catton, W., Jr., & Dunlap, R. E. (1978). Environmental sociology: A new paradigm. The American Sociologist, 13, 41-49.
    • Clapp, B.W. (1994). The Environmental History Of Britain Since The Industrial Revolution. London: Longman.
    • Craik, K. (1973). Environmental psychology. Annual Review Psychology, 24, 403- -433.
    • Dunlap, R. E., & Van Liere, K. D. (1978). The New 'Environmental Paradigm': A Proposed Measuring Instrument and Preliminary Results. Journal of Environmental Education, 9, 10-19.
    • Giddens, A. (1995). As consequências da modernidade. Oeiras: Celta.
    • Grove, R. H. (1992). Origins of Western Environmentalism. Scientific American (July), 22-27.
    • Houts, P. S., Cleary, P. D., & Hu, T.-W. (1988). The Three Mile Island Crisis: Psychological, social and economical impacts on the surrounding population. The Pennsylvania State University Press.
    • Jones, E. E. & Harris, V. A. (1967). The attribution of attitudes. Journal of Experimental Social Psychology, 3, 1-24.
    • Langer, E. J. (1982). The Illusion of Control. In D. Kahneman, P. Slovic, & A. Tversky (Eds.), Judgment Under Uncertainty: Heuristics and Biases (pp. 231- -246). New York: Cambridge University Press.
    • Lewin, K. (1936). Principles of topological psychology. New York: McGraw Hill.
    • Lewin, K. (1951). Field theory in social science. New York: Harper & Row.
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    • Mansinho, M. I., & Schmidt, L. (1994). A emergência do ambiente nas Ciências Sociais: análise de um inventário bibliográfico. Análise Social, 125/126, 441- -481.
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    • Melo, J. J., & Pimenta, C. (1993). O que é Ecologia?. Lisboa: Difusão Cultural.
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    • Paúl, C. (2005). Envelhecimento e Ambiente. In L. Soczka. (Org.), Contextos Humanos e Psicologia Ambiental (pp. 247-268). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
    • Pinheiro, J. Q. (1997). A Psicologia Ambiental: A busca de um ambiente melhor. Estudos de Psicologia, 2(2), 377-398.
    • Proshansky, H. M. (1987). The field of environmental psychology: securing its future. In D. Stokols & I. Altman (Eds.), Handbook of Environmental Psychology (vol. 2, pp. 1467-1488). New York: Wiley.
    • Ross, L. D. (1977). The intuitive psychologist and his shortcomings: distortions in the attribution process. In L. Berkowitz (Ed.), Advances in Experimental Social Psychology (vol. 10, pp. 173-220). New York: Academic Press.
    • Rouquette, M. L., Sautkina, E., Castro, P., Felonneau, M. L., & Guillou-Michel, E. (2005). Social representations theory and environmental studies. In B. Martens, & A. Keul (Eds.), Designing Social Innovation - Planning, Building, Evaluating (pp. 107-115). Göttingen: Hogrefe & Huber Publishers.
    • Schmidt, L. (1999). Ambiente e natureza no ecran: Emissões televisivas, remissões culturais. Tese de doutoramento não publicada, Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, Lisboa.
    • Schoenfeld, A. C., Meier, R. F., & Griffin, R. J. (1979). Constructing a social problem: the press and the environment. Social Problems, 27, 38-61.
    • Soczka, L. (1983a). Annoyability, noise annoyance and personality. Relatório Técnico M 601. Lisboa: Laboratório Nacional de Engenharia Civil.
    • Soczka, L. (1983b). SOPOL - Estudo factorial de um questionário de atitudes sociais validado para a população portuguesa. Lisboa: Laboratório Nacional de Engenharia Civil.
    • Soczka, L. (1984). Espaço urbano e comportamentos agressivos. Da etologia à psicologia ambiental. Relatório Técnico ITI 37. Lisboa: Laboratório Nacional de Engenharia Civil.
    • Soczka, L. (1988). Ecologia social do risco psicológico em meio urbano. Psicologia, IV (3), 307-346.
    • Soczka, L. (1989). A perspectiva ecológica em psicologia. Contribuição para o estudo da ecologia social de um bairro da lata. Relatório Técnico NS 54. Lisboa: Laboratório Nacional de Engenharia Civil.
    • Soczka, L., Boavida, E., Machado, P., & Pereira, A. (1985). Ecologia social da Musgueira 1. Análise sociodemográfica e das condições ambientais. Relatório Técnico ITI 52. Lisboa: Laboratório Nacional de Engenharia Civil.
    • Soczka, L., Boavida, E., Pereira, A., & Machado, P. (1988). Children of Musgueira: a study on the social ecology of a shanty-town. In D. Canter, J. C. Jesuíno, L. Soczka, & G. Stephenson (Eds.), Environmental Social Psychology (pp. 106- -115). London: Kluwer Academic Press.
    • Taylor, S. E., & Brown, J. D. (1988). Illusion and Well-Being - a Social Psychological Perspective On Mental-Health. Psychological Bulletin, 103 (2), 193- -210.
    • Wirth, L. (1945). Human Ecology. American Journal of Sociology, 50, 483-488.
  • No related research data.
  • No similar publications.

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