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Paulo Schmidt (2009)
Publisher: Universidade de Brasília
Journal: Contabilidade
Languages: Portuguese
Types: Article
Subjects: HF5001-6182, Business, Accounting. Bookkeeping, HF5601-5689
A proposta deste estudo a apresentar um breve relato sobre a evolução do pensamento cientifico ocorrida na física com a substituição dos princípios contábeis e filosófico, desde a Antiguidade grega ate os dias de hoje, como forma de fundamentar o posicionamento contrario ao raciocínio indutivo para o estabelecimento de uma estrutura conceitual para a contabilidade e para o desenvolvimento dos princípios contábeis. Apos essa incursão pelo campo filosófico, será aduzido um dos trabalhos de D. R. Scott, ex-professor da Universidade de Michigan, que já na década de 1930 defendia o processo de raciocínio dedutivo e a necessidade de coerência e unidade para o estabelecimento dos princípios contábeis. Este estudo justifica-se, principalmente, porque ainda existem pesquisadores da área contábil que defendem o método indutivo com único procedimento cientifico capaz de levar a certeza, Como defendia Descartes. Alem disso, mesmo apos a revolução cientifica princípios teóricos de Newton, pelos princípios da teoria da relatividade de Einstein, alguns pesquisadores defendem a imutabilidade dos princípios contábeis, como sendo verdades indubitáveis, não aceitando o permanente desenvolvimento da teoria contábil e sua continua adaptabilidade a nova realidade ambiental. A contabilidade, assim como toda disciplina do conhecimento humano que postula um patamar cientifico, deve estruturar-se com base em um conjunto de princípios racionalmente dispostos. Diante desse panorama, faz-se mister inquirir se os princípios contábeis podem ser oniscientes e impassíveis as mudanças do mundo?

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