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Andréia Cristina Dullius (2016)
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Languages: Portuguese
Types: Master thesis
Subjects: Startups, Capacidade de inovação, Estratégia [Inovação], Capabilities, Innovation, Innovation capabilities, Silicon Valley
Startups surgem com o intuito de explorar comercialmente uma ideia de potencial inovador. Para isso, necessitam de um conjunto de capacidades técnicas e de negócios, alocando recursos de modo eficiente para obter um produto com valor de mercado. Elas necessitam, portanto, tornar-se firmas e executar um modelo de negócios. Nesse processo, muitas startups fracassam, enquanto outras atingem um bom desempenho e conseguem realizar a oferta pública de ações (IPO), ou mesmo vender o negócio. Torna-se crucial, então, identificar quais são os conjuntos de capacidades necessários para o sucesso e a sobrevivência das startups. Enquanto firmas possuem diferentes arranjos de quatro capacidades de inovação, nomeadamente as capacidades de desenvolvimento, de operação, de gestão e de transação, o assunto ainda é pouco investigado em startups. Isso posto, este estudo tem por objetivo identificar como se configuram as capacidades de inovação em startups. Para alcançar esse objetivo foi realizado um estudo exploratório de abordagem qualitativa no Vale do Silício, no qual foram entrevistadas 11 startups de base tecnológica e 7 profissionais com conhecimentos na área. O estudo evidenciou que startups não possuem as quatro capacidades de inovação, mas necessitam desenvolvê-las a fim de comercializar um bem/serviço no mercado, tornandose firmas. Enquanto as capacidades de desenvolvimento e a de transação são as primeiras a serem desenvolvidas (sendo as mais desenvolvidas), as capacidades de operação e de gestão necessitam ser desenvolvidas à medida que o negócio se expande. O aprendizado por startups também foi identificado como relevante para a construção das capacidades de inovação, processo no qual o rico ecossistema do Vale do Silício desempenha um papel fundamental. Embora esse ecossistema seja importante, a seleção e aplicação dos conhecimentos externos na construção de tais capacidades é uma tarefa que cabe apenas à startup. Evidenciaram-se também os diferentes arranjos de capacidades que podem levar à venda, transformação em firma e fracasso das startups. A principal contribuição teórica do presente estudo foi avaliar, em um único estudo, não apenas capacidades de cunho tecnológico, mas também operacionais, gerenciais e transacionais em startups, destacando sua importância para o sucesso do negócio. Uma segunda contribuição está em evidenciar, por meio da perspectiva da firma, que conhecimentos amplamente disponíveis no ecossistema podem ser irrelevantes para a startup se não forem aplicados adequadamente no desenvolvimento das capacidades. Como contribuição gerencial evidencia-se a necessidade de avaliar o desempenho da startup por meio de métricas, não negligenciando a importância da gestão. Às instituições governamentais sugere-se uma maior ênfase na cobrança de resultados das startups. Startups are created to commercially explore an ideia with innovative potential. To do so, they need a set of technical and business capabilities, efficiently allocating resources to obtain a product with market value. They need, in such an understanding, to become firms and execute a business model. While searching for such a business model, a high percentage of startups fail, while others perform well and reach the initial public offering (IPO), or even sell the business. It seems crucial, then, to identify which capability arrangements are required for the success and the survival of startups. While firms have different arrangements of four innovation capabilities, namely development capability, operation capabillity, management capability and transaction capability, the issue is still under-researched for startups. That being said, this study aims to identify how innovation capabilities are arranged in startups. To accomplish that, an exploratory study with a qualitative approach was performed in Silicon Valley, in which 11 startups and 7 knowledgeable professionals related to the field were interviewed. It was found that startups do not have the four innovation capabilities, but need to develop them in order to transact goods/services in the market, allowing them to become firms. While the development capability and the transaction capability are the first developed by the startup (and also the most developed ones), the operation and management capabilities need to be developed once the business starts to grow. Learning by startups was also identified as relevant to the construction of their innovation capabilities, in which the rich ecosystem in Silicon Valley plays a key role. Although the importance of such an ecosystem, the selection and application of such external information into the construction of such capabilities is a task that can only be performed by the startup. Different arrangements of innovation capabilities were also identified, that might lead a startup to be sold, to turn into a firm or to follow a failure path. The main theoretical contribution was to evaluate, in a single study, not only technological capabilities, but also operational, management and transactional capabilities in startups, highlighting their importance to the startups’ sucess. A second contribution relies in identifying, through the lenses of the theory of the firm, that knowledge widely available in the ecosystem might be irrelevant to the startup if not properly applied in the development of capabilities. As a managerial contribution, the study highlights the need to evaluate the startup performance through metrics, without neglecting the importance of management. It is also suggested that governmental institutions should put a higher emphasis in demanding results from startups.
  • No references.
  • No related research data.
  • No similar publications.