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Sergio Hugo Menna (2011)
Languages: Portuguese
Types: Doctoral thesis
Subjects: Filosofia - Historiografia, Ciência - Metodologia, Indução (Lógica), Heurística, Philosophy, Science, Induction (Logic), Heuristic
Resumo: A historiografia contemporânea da metodologia herdou vários 'enigmas' a serem resolvidos sobre as ideias e contribuições de Francis Bacon. Qual é a estrutura do seu método de indução, qual é a natureza de sua 'lógica da descoberta', qual o valor que ele concedeu às hipóteses e conjeturas na investigação científica, qual o papel de Bacon na história da metodologia, qual sua dívida com seus predecessores, qual a influência que exerceu sobre os pensadores que o sucederam etc. Na presente Tese farei uso de estudos históricos e críticos contemporâneos a fim de analisar a obra metodológica de Bacon e determinar a influência das 'artes' heurísticas antigas e medievais no seu método indutivo. Em particular, tentarei mostrar que ainda que Bacon tenha ampliado o 'poder criativo' das 'artes' da invenção, e tenha estendido seu raio de aplicação ao domínio científico, não as formalizou nem substituiu o caráter falível das mesmas. Também, e destacando o importante papel criativo concedido por Bacon e outros autores da Modernidade a 'virtudes' ou 'desiderata' como, por exemplo, a analogia ou a simplicidade, argumentarei contra as principais interpretações rivais existentes sobre a estrutura e dinâmica do método baconiano. Especificamente, me situarei em oposição à interpretação 'geracionista mecânica' -que afirma que o método de Bacon funciona como uma máquina que produz teorias de forma automática- e à interpretação 'hipotetista' -que entende que o método de Bacon funciona só no processo de avaliação de teorias, deixando a tarefa de descoberta ao gênio criativo. Tentarei defender que Bacon esteve particularmente interessado em fornecer heurísticas -isto é, guias ou máximas criativas e avaliativas- para que os homens, trabalhando metodologicamente, e reunidos em comunidades de pesquisa, pudessem construir hipóteses científicas de qualidade. Esta argumentação supõe fazer observações sobre a natureza das regras no século XVII, sobre as relações entre experiência e teoria, e introduzir precisões dentro do domínio das inferências ampliativas, além de esclarecer a posição de Bacon com relação a termos chaves como 'verdade', 'hipótese' e 'conhecimento'. Por último, com esta concepção heurística da indução baconiana, examinarei as interpretações clássicas sobre o papel desempenhado por Bacon na Revolução científica e sua importância na difusão da ideia de progresso. Esta interpretação da herança e da metodologia de Bacon, e de sua recepção e influência em autores posteriores, tal como defenderei, permite compreender e avaliar melhor o significado desse autor para o pensamento científico da Modernidade, e possibilita reavaliar de maneira mais adequada as categorias estabelecidas para a metodologia da descoberta de Bacon por alguns de seus críticos passados e contemporâneos. Abstract: The contemporary historiography of methodology inherited various 'puzzles' to be solved about the ideas and contributions of Francis Bacon, such as: What is the structure of his method of induction?; what is the nature of his 'logic of discovery'?; what value did he attach to hypotheses and conjectures in scientific research?; what is the role of Bacon in the history of methodology?; what are his debts to his predecessors?; what is the influence he had upon the thinkers that followed him? and so on. In this thesis I will make use of contemporary historical and critical studies in order to analyze the methodological work of Bacon and the influence of the ancient and medieval heuristic 'arts' on his inductive method. In particular, I will try to show that although Bacon extended the 'creative power' of the 'arts' of invention, and extended their scope of application to the scientific field, he did not formalize nor replace the fallible nature of them. Also, by highlighting the importance of the creative role given by Bacon and other authors of Modernity to 'virtues' or 'desiderata' as, for example, analogy or simplicity, I will argue against major rival interpretations that exist on the structure and dynamics of the Baconian method. Specifically, I will situate my position in opposition to the 'mechanical-generative' interpretation -which claims that Bacon's method works like a machine that produces theories automatically-, and the 'hypothetist' interpretation -which holds that Bacon's method works only in the process of evaluating theories, leaving the task of discovering to the creative genius. I will try to argue that Bacon was particularly interested in providing heuristics -in other words, creative and evaluative guides or principles- so that men, working methodically, could build high-quality scientific hypotheses. This argumentation presupposes the need to make remarks on the nature of rules in the seventeenth century, on the relationship between experience and theory, and also presupposes the provision of more details within the domain of the ampliative inferences, besides clarifying the position in the light of key terms used by Bacon, such as 'truth', 'hypothesis' and 'knowledge'. Finally, on the basis of this heuristic conception of Baconian induction, I will examine the classic interpretations of the role played by Bacon in the Scientific Revolution and his importance in spreading the idea of progress. This interpretation of Bacon's heritage and methodology, and Bacon, and their reception by, and influence on later writers, I will set out to argue, allows us to understand and evaluate in the best way the significance of this author for the scientific thought of Modernity, and enables us, in the most appropriate way, to reassess the categories established for Bacon's methodology of discovery by some of his critics, both past and contemporary.
  • No references.
  • No related research data.
  • No similar publications.